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Vacina contra a Gripe

A gripe é uma infecção viral respiratória aguda e altamente contagiosa, que pode afetar pessoas de qualquer idade.

A Clínica AUGE disponibiliza para você a vacina TETRAVALENTE contra a Gripe. Essa versão protege contra a gripe causada principalmente por 4 cepas de vírus:

  • Cepa A – H1N1
  • Cepa A – H3N2
  • Cepa B – Victoria
  • Cepa B – Yamagata

PRINCIPAIS SINTOMAS

Atenção para febres de início súbito e tosse, que são diferenciais de resfriado comum. Estão presentes também outros sintomas:

  • Dor de garganta
  • Dor de cabeça
  • Dor muscular e nas articulações
  • Coriza
  • Mal-estar intenso
  • Diarréia e vômito: mais comum nas crianças.
  • Tosse geralmente seca

FORMAS DE INFECÇÃO:

A gripe é contagiosa e facilmente transmitida de pessoa para pessoa:

  • Contato com gotículas de saliva do indivíduo infectado quando este TOSSE ou ESPIRRA.
  • Contato próximo com uma pessoa ou superfície contaminada.

COMO PREVENIR:

Conscientização do HPV

  • Mulheres vacinam entre 9 e 45 anos
  • Homens vacinam entre 9 e 26 anos
  • Não existe tratamento para eliminar o vírus. Tratam-se os sintomas.
  • Transmitido por contato direto com a pele ou mucosa infectada.
  • 13 tipos de vírus do HPV podem causar câncer. Além do câncer no colo do útero, também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.
  • Transmissão por via sexual (oral, genital, anal ou manual)

Febre Amarela – informativo

QUAIS SÃO AS VACINAS CONTRA FEBRE AMARELA DISPONÍVEIS NO BRASIL?

  • Na rede pública é utilizada a vacina produzida por Biomanguinhos – Fiocruz
  • Já a rede privada utiliza a vacina produzida pela Sanofi Pasteur

Ambas são elaboradas a partir de vírus vivo atenuado, cultivado em ovo de galinha. O perfil de segurança e eficácia das duas vacinas é semelhante (estimada em 95%).

Veja aqui a lista de municípios
com a indicação da necessidade de vacinação.

Clique aqui para ver as condições de vacinação na Clínica Auge

QUEM DEVE TOMAR A VACINA CONTRA A FEBRE AMARELA?

Crianças a partir de 9 meses de idade, adolescentes e adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação. Saiba mais sobre o Certificado de Internacional de Vacinação ou Profilaxia no site da Anvisa: clique aqui.

No mapa abaixo confira as áreas onde a vacina contra a febre amarela integra os calendários de vacinação de rotina e está também recomendada para viajantes que se deslocam por essas áreas.

Áreas afetadas e ampliadas para intensificação das ações de vigilância, prevenção e controle da febre amarela durante o período de monitoramento, Brasil, 2017. (Fonte: portalsaude.saude.gov.br)

Observação: O Espírito Santo e partes dos estados da Bahia e São Paulo — destacados em amarelo — foram incluídos temporariamente pelo Ministério da Saúde na lista de territórios com recomendação de vacinação. A decisão foi uma estratégia para tentar frear o grande surto de febre amarela que atingiu o Brasil em 2017.

A comprovação de vacinação é exigida por alguns países a viajantes brasileiros, já que o Brasil é considerado endêmico para a doença. Veja a lista completa aqui.

 

CONTRAINDICAÇÕES PARA A VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AMARELA:

  • Crianças abaixo de 6 meses de idade.
  • Indivíduos infectados pelo HIV, sintomáticos e com imunossupressão grave comprovada por exame de laboratório.
  • Pessoas com imunodepressão grave por doença ou uso de medicação.
  • Pacientes que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina.
  • Contraindicada em nutrizes até que o bebê complete 6 meses. Se a vacinação não puder ser evitada, suspender o aleitamento materno por 10 dias. Procure o pediatra para mais orientações.
  • Pacientes submetidos a transplante de órgãos.
  • Pacientes com câncer.
  • Pessoas com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras).
  • Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).
  • Em princípio há contraindicação para gestantes, mas a administração deve ser analisada de acordo com o grau de risco, por exemplo, na vigência de surtos.
  • A vacinação de indivíduos a partir de 60 anos deve ser evitada, a menos que haja alto risco de infecção.

 

ESQUEMA DE DOSES DA VACINA:

Nas áreas brasileiras com recomendação de vacina:

  • Rotina: dose única a partir dos 9 meses.
  • Crianças, adolescentes e adultos que já tenham recebido uma dose não precisam ser vacinados novamente.
  • A viajantes para áreas com recomendação ou países que exigem o CIVP é recomendada a comprovação de apenas uma dose na vida.

Em situações de exigência da vacinação, a dose deve ter sido aplicada no mínimo dez dias antes da viagem.

 

VIA DE APLICAÇÃO DA VACINA:

  • Subcutânea.

 

CUIDADOS ANTES, DURANTE E APÓS A VACINAÇÃO:

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre recomenda-se adiar a vacinação até a melhora.
  • A administração da vacina em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico ou outras doenças autoimunes deve ser avaliada com cuidado, pois pode haver imunossupressão nesses pacientes.
  • Pacientes transplantados de células de medula óssea também devem ser avaliados, considerando o estado imunológico e o risco epidemiológico, respeitando-se o período mínimo de 24 meses após o transplante.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Todo e qualquer evento adverso grave e/ou inesperado deve ser notificado às autoridades de Saúde.

 

EFEITOS E EVENTOS ADVERSOS:

  • Entre os eventos locais, a dor no local de aplicação ocorre em 4% dos adultos vacinados e um pouco menos em crianças pequenas, e essa dor dura um ou dois dias, na forma leve ou moderada.
  • Manifestações gerais, como febre, dor de cabeça e muscular são os eventos mais frequentes e acontecem em cerca de 4% dos que são vacinados na primeira vez e menos de 2% nas segundas doses.
  • Apesar de muito raros, podem acontecer eventos graves: reações alérgicas, doença neurológica (encefalite, meningite, doenças autoimunes com envolvimento do sistema nervoso central e periférico) e doença em órgãos (infecção pelo vírus vacinal causando danos semelhantes aos da doença). No Brasil, entre 2007 e 2012, a ocorrência destes eventos graves foi de 0,42 caso por cem mil vacinados. Reações alérgicas como erupções na pele, urticária e asma acontecem com frequência de um caso para 130 mil a 250 mil vacinados. Entre 1999 e 2009, ocorreu anafilaxia na proporção de 0,023 caso para cem mil doses aplicadas. Entre 2007 e 2012, aconteceram 116 casos (0,2 caso em cem mil vacinados) de doença neurológica, principalmente quando se tratava de primeira dose e em idosos. Já a doença nos órgãos, chamada “viscerotrópica”, neste mesmo período, ocorreu em 21 pessoas (0,04 caso em cem mil vacinados).

Fonte: SBIM – Sociedade Brasileira de Imunização

Campanha de Vacinação contra o HPV

A Clínica Auge lança em conjunto com os diretórios acadêmicos DAAB (Diretório Acadêmico Alfredo Balena) e o CAMED – UNIBH, a campanha de vacinação contra o HPV.

No período de 15 de agosto a 15 de setembro, os interessados podem aderir à campanha, que terá preço especial nas 3 doses indicadas para a vacina.

Veja abaixo os detalhes e garanta sua inscrição:

Campanha DAAB – Clínica AUGE

Campanha CAMED – Clínica AUGE

Vacinação e Doação de Sangue: conheça as restrições

Acabei de vacinar e gostaria de doar sangue: quanto tempo devo esperar para doar sangue? Posso vacinar e doar?

Vacinar não impede que você doe sangue, mas a doação de sangue não pode acontecer imediatamente após a vacinação. Você dever observar um prazo para procurar um hemocentro. Existem algumas restrições para a doação de sangue das pessoas que se vacinaram. Essas restrições levam em conta a forma de produção da vacina, gerando períodos diferentes de espera para doar o sangue.

  • As vacinas produzidas com microorganismos mortos impedem a doação por curtos períodos, menores em comparação aos indivíduos vacinas com microorganismos vivos atenuados (enfraquecidos). Existe a possibilidade de ocorrência de reações adversas nos dias seguintes à sua aplicação, podendo também gerar reações cruzadas nos exames sorológicos realizados no sangue doado.
  • As vacinas elaboradas com microorganismos vivos atenuados (enfraquecidos) não causam doença em pessoas sadias. Porém, se a pessoa que receber o sangue estiver debilitada (quimioterapia, grandes doses de corticóides, por exemplo) ou com doenças graves como o câncer, esses microorganismos mesmo enfraquecidos podem levar à doença à qual imunizam. O tempo de inaptidão para a doação sanguínea é maior. O doador deve então já ter eliminado todos os microorganismos presente na vacinação para estar apto para a doação.

Veja abaixo uma tabela indicando os prazos de inaptidão à doação de sangue gerado pelas vacinas:

NOME DA VACINA
PRAZO DE INAPTIDÃO À DOAÇÃO DE SANGUE
Antirrábica profilática
48 hrs
Brucelose
48 hrs
Cólera
48 hrs
Coqueluxe
48 hrs
Difteria
48 hrs
Febre Tifóide injetável
48 hrs
Gripe Influenza (vírus inativado)
48 hrs
Gripe Suína (influenza a H1N1 - vírus inativado)
Obs: vacina trivalente em geral - combinada com outras cepas de influenza)
48 hrs
Haemophilus influenziae
48 hrs
Hepatite A
48 hrs
Hepatite B recombinante
48 hrs
HPV
48 hrs
Leptospirose
48 hrs
Meningite
48 hrs
Peste
48 hrs
Pneumococo
48 hrs
Polio (Salk)
48 hrs
Tétano
48 hrs
BCG
4 semanas
Caxumba
4 semanas
Dengue
4 semanas
Febre Amarela
4 semanas
Febre Tifóide Oral
4 semanas
Gripe Influenza (vírus atenuado)
4 semanas
Gripe Suína (influenza a H1N1 - vírus atenuado)
Obs: vacina trivalente em geral - combinada com outras cepas de influenza)
4 semanas
Pólio (Sabin)
4 semanas
Rotavírus
4 semanas
Rubeola
4 semanas
Sarampo
4 semanas
Varicela
4 semanas
Imunoterapia Passiva Heteróloga (soros de origem animal: antiofídico, antitetânico, antiescorpiônico, etc)
4 semanas
Imunoterapia Passiva Homóloga (soros de origem humana)
após 1 ano
Antirrábica após exposição a risco
após 1 ano
Hepatite B derivada de plasma
após 1 ano
Vacinas derivadas de plasma humano
após 1 ano
Vacinas experimentais
após 1 ano do término do protocolo
Varíola4 semanas e após queda espontânea da crosta. Se candidato retirou crosta, aguardar 2 meses. Na presença de complicações, aguardar 14 dias após resolução. Contatos que desenvolveram lesões cutâneas devem aguardar queda espontânea da crosta. Se retiraram crosta, aguardar 3 meses a partir da vacinação do indivíduo índice. Se a data for desconhecida, mas puder ter ocorrido dentro de 3 meses, aguardar 2 meses a partir da avaliação.

Fonte: Site HEMOMINAS MG

Vacinação – perguntas frequentes

Em entrevista ao blog Auge, um dos especialistas da Clínica Auge, o Dr. Leonardo Vinícius de Andrade (CRM-MG 54.599), esclarece as principais dúvidas sobre a vacinação, fala sobre os efeitos adversos e sua opinião sobre o papel das redes sociais na divulgação de informações médicas.

Quais foram os impactos para a saúde pública da imunização sistemática?

Além da diminuição da mortalidade infantil, sobrevida maior da população, diminuição de índice de algumas doenças antes incuráveis, as vacinas são responsáveis pelo controle de doenças epidêmicas graves, reduzindo um número de mortes e incapacidades. O desenvolvimento tecnológico aumentou a eficácia dos produtos com menor taxa de efeito adverso. As vacinas hoje têm muito menos efeitos adversos do que antigamente. Eventos adversos graves são raramente encontrados, cuja associação causal com a aplicação da vacina na grande maioria das vezes é de difícil correlação. Então, é uma correlação explícita.

Quais são os benefícios da vacinação para a população quando realizada dentro das indicações médicas?

Entre os principais benefícios, podemos citar: a diminuição do índice de mortalidade; o aumento da sobrevida, diminuição da mortalidade infantil; a diminuição de algumas doenças crônicas incapacitantes; e a proteção de barreira (os vacinados protegem o restante da população não vacinada de algumas doenças).

E quais são os riscos de não seguir essas indicações?

Os riscos da criança, adolescente ou adulto desenvolverem uma complicação séria em função da vacina são muito menores do que as pessoas contraírem a doença. Não tem nem comparação. Isso não é só uma percepção pessoal minha, isso é comprovado cientificamente.

Os efeitos colaterais das vacinas contra indicam sua utilização?

Os efeitos colaterais das vacinas são infinitamente inferiores aos benefícios dela. Hoje algumas clínicas já dão suporte pós vacinal a essas reações. O acesso ao médico é importante para evitar eventuais complicações pós vacinais.

A concentração de vacinas na primeira infância pode trazer algum risco?

Não tem riscos. Os calendário vacinais são protocolados de forma segura para garantir maior benefício em detrimento aos riscos.

Têm surgido alguns movimentos contra vacinação no mundo. Como você vê esse posicionamento?

Não se vacinar ou impedir que as crianças, os adolescentes e os idosos se vacinem pode causar enormes problemas para a saúde pública como surgimento de doenças graves ou retorno de agravos em forma epidêmica, como a poliomelite, a rubéola, o sarampo, entre outros.

Muitas campanhas antivacina são fomentadas por não especialistas, a partir das redes sociais. Você considera que o excesso de informação está prejudicando a desconfiança do público quanto à importância da vacinação?

Eu vejo as redes sociais como uma forma positiva para alertar pais, filhos e idosos sobre a vacinação. Acho que as pessoas estão cada vez mais conscientes sobre a necessidade de vacinação. A meu ver o movimento antivacina é um modismo de uma porcentagem pequena da população.

Quais os riscos individuais e para a saúde pública dos movimentos antivacina?

Os maiores riscos são o ressurgimento de doenças antes controladas, colocando a população em risco. Uma população que muitas vezes não têm como escolher, como as crianças.

Que fontes de informação você indica sobre o tema?

Primeiro, a orientação médica é sempre importante. Depois, existem os calendários da Sociedade Brasileira de Imunização (SBIM) e os sites das sociedades médicas: Sociedade Brasileira de Pediatria, Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Sociedade Brasileira de Clínica Médica como fontes de informação.

Quais são as perspectivas sobre o desenvolvimento das vacinas?

O mercado cada vez se atenta mais para o surgimento de novas vacinas. Recentemente tivemos o surgimento da vacina contra Herpes zóster, e contra a Dengue, que é mais recente. E já existem estudos para o desenvolvimento de vacinas para outras doenças.

Quais são as ações / contribuições da Clínica Auge nesse processo da vacinação?

Além da orientação individual dos médicos que atuam na clínica Auge com seus pacientes, prestamos boas informações em mídias sociais, no site com informações como calendário vacinal, reações adversas e o benefício das vacinas. E a instalação de clínicas de vacinação no interior, que é um programa nosso para descentralizar as clínicas de vacina e ampliar o acesso.

Ficou mais alguma dúvida? Envie abaixo e em breve nossos especialistas responderão aqui no Blog.

  • Dr. Leonardo Vinícius de Andrade - CRM-MG 54.599 / RQE 36.957 Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2011.
    Especialização em Geriatria pelo Instituto Jenny de Andrade Faria, Hospital das Clínicas da UFMG.
    Geriatra titulado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
    Responsável Técnico da Clínica AUGE.
    Áreas de atuação:
    Clínica Médica
    Geriatria
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Imunização: o que é – tipos – história

 

O que é imunização?

Imunizar é o ato de adquirir proteção imunológica contra uma doença infecciosa. Objetiva aumentar nossa resisência contra infecções.

Os meios de imunização são a vacina, imunoglobulina ou soro de anticorpos.

 

Tipos de imunização

  • Imunidade ativa: são induzidas pela vacina, que ao ser administrada induz uma resposta biológica do nosso corpo com a produção de anticorpos específicos ao mesmo micro-organismo que foi administrado, protegendo contra futuras infecções. A duração da vacinação é de muitos anos ou até mesmo a vida toda. Também adquirimos imunidade antiva quando contraímos uma doença e respondemos com anticorpos.
  • Imunidade passiva: enquanto na ativa é administrado o mesmo micro-organismo que se pretende a imunização, a passiva induz a proteção com a administração de anticorpos contra uma infecção particular. Ela é rápida e eficiente, mas é temporária, durando em média poucas semanas e meses. Como exemplo temos a amamentação (ver abaixo) e a transfusão de sangue, pois o sangue contém anticorpos.
  • Imunoglobulina: nesse tipo, os anticorpos são colhidos diretamente do ser humano, a imunização. Se colhidos dos animais, é chamado de soro.

 

História da imunização

A vacinação é uma técnica milenar.

Muitos povos perceberam que quem havia sofrido um ataque de varíola não voltavam a contrair a doença. Assim, começaram a provocar a varíola de uma forma mais branda. Essa técnica remonta aos chineses, recebendo o nome de variolização. Foi utilizada em diversos povos da África e da Ásia (hindus, egípcios, persas, circassianos, georgianos, árabes). Em seguida, a variolização chegou à América, através dos jesuítas no Brasil (inocularam os índios) e nos Estados Unidos, durante uma epidemia em Boston (1721).

Porém, 2% dos inoculados morriam (e muitos desenvolviam formas graves da doença), o que fez a técnica sofrer uma oposição ferrenha na Europa. Isso fez com que fosse suspensa em vários locais.

A primeira vacina foi desenvolvida por Edward Jenner (1796), um médico inglês que observou que muitas pessoas que trabalham com ordenha e tinham se contaminado com cowpox, uma doença de gado semelhante à varíola. eram imunes à vacina. Jenner enfrentou várias resistências. A classe médica e os variolizadores fizeram ferrenha oposição (inclusive por grupos religiosos, pois viam um risco da degeneração da raça humana pela contaminação com material bovino).

Mas em pouco tempo a vacina conquisotu a Inglaterra. Em 1799 foi criado o priemiro instituto vacinico em Londres. Em 1802, a família real incentivo a fundação da Sociedade Real Jenneriana para a Extinção da Varíola.

Logo a descoberta se espalhou pelo mundo. Napoleão imunizou seu exército, a marinha Britânica adotou a vacinação e se popularizou nos Estados Unidos quando o presidente Thomas Jefferson foi vacinado (1801).

Em Portugal chegou em 1799, e D. Pedro foi inoculado. Em 1804 foi trazido para o Brasil.

Mesmo assim a vacinação sofria muita oposição. Para muitas pessoas causava repulsa. Mas apesar da repulsa, aos poucos a vacinação foi se generalizando, pois foi administrada sob pressão governamental.

Saiba mais em http://www.ccms.saude.gov.br/revolta/pdf/m7.pdf

 

Curiosidade

A amamentação é um exemplo de imunidade passiva natural, pois os anticorpos da mãe são passadas para o feto através do leite (ou da placenta, durante a gestação). Essa passagem ocorre nos dois últimos meses de gestação, proporcionando uma boa imunidade à criança durante seu primeiro ano de vida.