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Palestra sobre Diabetes na Copass

A convite da nossa parceira e conveniada COPASS, o Dr. Gustavo Cardoso, geriatra membro do corpo clínico da Clínica Auge, proferiu a palestra sobre “Diabetes”. Após a palestra, a clínica ofereceu aos presentes testes de Glicemia que foram realizados pela enfermeira da Auge, Ulliana Costa Nascimento.

DAV – Diretivas Antecipadas da Vontade

Você sabe o que são as Diretivas ANTECIPADAS DA VONTADE?

DIRETIVAS ANTECIPADAS DA VONTADE (DAV)

Recomendações da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

A Resolução 1.995/2012 do Conselho Federal de Medicina define as diretivas antecipadas de vontade como o conjunto de desejos, prévia e expressamente manifestados pelo paciente, sobre cuidados e tratamentos que quer, ou não, receber no momento em que estiver incapacitado de expressar, livre e autonomamente, sua vontade.

Desta forma, quando o indivíduo se encontrar incapaz de comunicar-se, ou de expressar de maneira livre e independente suas vontades, no momento das decisões sobre seus cuidados e tratamentos o médico levará em consideração suas diretivas antecipadas de vontade ou as informações apresentadas por um representante designado por ele para tal fim.

O que é preciso para elaborar a DAV?

A pessoa deve estar lúcida e em pleno domínio da sua autonomia para decidir sobre tratamentos ou procedimentos médicos que deseja ou não receber.

Quando ele será utilizado?

Em situação de terminalidade da vida, no caso de já não ser capaz de expressar as suas vontades.

O DAV é um documento individual. Veja como a SBGG orienta sua elaboração:

  • Reflita sobre suas vontades e preferências.
  • Escolha uma pessoa de sua total confiança para ser o seu procurador de saúde. Converse com o seu médico. Considere as sugestões que ele apresentar.
  • As DAV são um documento individual. Por esse motivo, é importante registrar o que você deseja. Use as suas palavras para transmitir suas ideias. Um modelo pré-estabelecido não é o mais apropriado.
  • Não é necessário fazer o registro em cartório

Mais informações no CFM e na SBGG.

Fonte:

Artigo do Conselho Federal de Medicina

Documento da SBGG – Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

 

Osteoporose

O que é a osteoporose?

Osteoporose é uma doença que pode atingir todos os ossos do corpo, tornando-os mais fracos e com maior risco de fraturas devido a pequenos traumas e quedas.

Quais os fatores de risco para osteoporose?

  • Idade avançada (pessoas com mais de 60 anos)
  • Sexo feminino (queda no nível hormonal pós-menopausa)
  • História prévia e familiar positiva de osteoporose e fraturas
  • Tabagismo e etilismo
  • Uso prolongado de medicamentos (ex: corticoide)
  • Baixo peso
  • Imobilização prolongada ou sedentarismo
  • Dieta pobre em cálcio
  • Baixa exposição ao sol

Quais os sinais e sintomas da osteoporose?

  • Dor crônica
  • Deformidades
  • Perda de independência
  • Depressão
  • Maior mortalidade
  • Achatamento das vértebras com encurvamento da coluna (“corcunda”) e redução da estatura da pessoa.

Como é feito o diagnóstico da osteoporose?

Além da história clínica e do exame físico, o exame mais adequado para o diagnóstico da osteoporose é a densitometria mineral óssea, que permite avaliar o estágio da doença e para acompanhar o tratamento.

Quanto mais precoce for o diagnóstico, menor a chance de complicações graves como fraturas de punho, quadril / fêmur e coluna vertebral.

A osteoporose tem tratamento?

Sim. Além da suplementação de cálcio e vitamina D, existem vários medicamentos que podem ser prescritos pelo médico para o tratamento específico de quadros já estabelecidos de osteoporose.