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ABVD x AIVD – você sabe a diferença?

Existem vários conceitos usados no meio da geriatria e da gerontologia, que norteiam o cuidado com o idoso e servem de referência para determinar sua autonomia ou necessidade de cuidados.

Entre esses verbetes, selecionamos as ABVD’s (Atividades Básicas da Vida Diária) e as AIVD’s (Atividades Instrumentais da Vida Diária), que compõem as AVD’s (Atividades da Vida Diária. Veja abaixo os detalhes e descubra como seu familiar (ou você mesmo) desempenham essas funções.

ABVD – Atividades Básicas da Vida Diária

São as tarefas básicas de autocuidado. Elas incluem:

  • alimentar-se;
  • ir ao banheiro;
  • escolher a própria roupa;
  • arrumar-se e cuidar da higiene pessoal;
  • manter-se continente;
  • vestir-se;
  • tomar banho.

AIVD

São habilidades complexas necessárias para viver de maneira independente. Elas incluem:

  • gerenciar finanças;
  • lidar com transporte (dirigir ou usar transporte público);
  • fazer compras;
  • preparar refeições;
  • usar o telefone e outros aparelhos de comunicação;
  • gerenciar medicações;
  • realizar as tarefas domésticas.

Também existe a classificação de Atividades Avançadas da Vida Diária como trabalhar, viajar, organizar eventos ou executar atividades mais complexas e elaboradas.

O fato de envelhecermos em si não define que devamos abandonar essas tarefas. Mantenha o idoso envolvido por mais tempo possível nessas atividades, claro que sem comprometer sua segurança, pois são atividades que mantém a saúde física e mental.

DAV – Diretivas Antecipadas da Vontade

Você sabe o que são as Diretivas ANTECIPADAS DA VONTADE?

DIRETIVAS ANTECIPADAS DA VONTADE (DAV)

Recomendações da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

A Resolução 1.995/2012 do Conselho Federal de Medicina define as diretivas antecipadas de vontade como o conjunto de desejos, prévia e expressamente manifestados pelo paciente, sobre cuidados e tratamentos que quer, ou não, receber no momento em que estiver incapacitado de expressar, livre e autonomamente, sua vontade.

Desta forma, quando o indivíduo se encontrar incapaz de comunicar-se, ou de expressar de maneira livre e independente suas vontades, no momento das decisões sobre seus cuidados e tratamentos o médico levará em consideração suas diretivas antecipadas de vontade ou as informações apresentadas por um representante designado por ele para tal fim.

O que é preciso para elaborar a DAV?

A pessoa deve estar lúcida e em pleno domínio da sua autonomia para decidir sobre tratamentos ou procedimentos médicos que deseja ou não receber.

Quando ele será utilizado?

Em situação de terminalidade da vida, no caso de já não ser capaz de expressar as suas vontades.

O DAV é um documento individual. Veja como a SBGG orienta sua elaboração:

  • Reflita sobre suas vontades e preferências.
  • Escolha uma pessoa de sua total confiança para ser o seu procurador de saúde. Converse com o seu médico. Considere as sugestões que ele apresentar.
  • As DAV são um documento individual. Por esse motivo, é importante registrar o que você deseja. Use as suas palavras para transmitir suas ideias. Um modelo pré-estabelecido não é o mais apropriado.
  • Não é necessário fazer o registro em cartório

Mais informações no CFM e na SBGG.

Fonte:

Artigo do Conselho Federal de Medicina

Documento da SBGG – Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

 

Aprenda a identificar o motivo do choro do bebê

Entrevista concedida pela pediatra da Clínica Auge, a Doutora Beatriz Adriane Rodrigues Gonçalves – CRM 45.768, ao Programa DE TUDO UM POUCO, da Rede Super de Televisão, em 03 de maio de 2018. Confira no video e a transcrição abaixo.

Pergunta:  A primeira reação dos pais quando o bebê chora é o tampão. Mas é preciso ter aquela sensibilidade, pegar… não é doutora?

Dra. Beatriz: Eu acho que o mais importante é os pais terem em mente que o choro é um mecanismo de comunicação do bebê. O bebê não tem outro meio de se expressar. Então ele se comunica pelo choro. Nem todo choro é uma coisa ruim necessariamente. É só jeito do bebê dizer que ele está com algum incômodo, com algum problema e ele precisa de alguma demanda.

Pergunta: Como faz quando o pai e a mãe do bebê são surdos?

Dra. Beatriz: Os surdos desenvolvem outros mecanismos de percepção.

Pergunta: Por que é tão difícil para muitos pais lidarem com o choro. É a questão emocional, é o cansaço, a tensão, a preocupação?

Dra. Beatriz: No choro, os pais ficam preocupados da criança estar com algum problema grave, de ser alguma coisa que possa trazer consequências para a criança. Eu acho que o pai e mãe têm que ter essa tranquilidade. Todo bebê chora, vai chorar. É o que ele faz de melhor.

Pergunta: tanto que é a vitalidade dele é medida pela força do choro. É apgar?

Dra. Beatriz: Apgar é um dos quesitos, se o choro é forte.

Pergunta: e se chorar franquinho?

Dra. Beatriz: Se chorar fraquinho ele perde uns pontinhos no apgar.

Pergunta: o choro indica vida.

Dra. Beatriz: Sim, exatamente, indica que ele está com força, respiração de qualidade.

Pergunta: O pai pensa que o menino está com frio e embrulha o menino. Pode ser o contrário, não é?

Dra. Beatriz: Sim, uma das causas do choro pode ser o incômodo da criança com o excesso de roupa, o calor. Muitos pais acham que tem que embrulhar demais porque o neném sente mais frio. Realmente o neném tem uma diferença de controle térmico para o adulto, ele precisa de um pouco mais de aquecimento. Mas não demais, porque o excesso de roupa, o calor pode ser um mecanismo para o choro.

Pergunta: E sobre o desconforto?

Dra. Beatriz: Existem vários motivos para o desconforto. Essa questão que você citou do excesso de roupa, empacotar demais. Parece uma camisa de força. Então uma das coisas para acalmar o neném que está contido é embrulhar, não é apertar demais. Se ele estiver muito apertado, ou roupa com alguma coisa que possa machucar. Outro motivo de desconforto é a fralda suja, porque arde o bumbum do bebê. Qualquer coisa que traga desconforto ao bebê vai gerar um choro mais irritadinho.

Pergunta: Outro motivo de choro é a fome.

Dra. Beatriz: Essa é uma grande controvérsia. Principalmente nos primeiros dias quando o neném nasce, a mãe às vezes está iniciando a produção de leite, o neném chora mais e os pais ficam desesperados, e com razão, mas eu volto a dizer tem que ter tranquilidade, nesse momento o neném vai ter mais choro por causa de fome até o leite descer. Ou em outros momentos mesmo do dia-a-dia, quando saber que o bebê está com fome ou não… se o neném mama e se sente saciado, ele vai dormir, vai ficar tranquilo. O neném que mama e  chora pode ser que o leite não esteja sendo suficiente, não seja adequado na amamentação e é preciso intervir de alguma forma. Quando está chegando a hora do neném mamar, ou então o neném que mama e não está se sentindo saciado.

Pergunta: normalmente é um choro mais agudo.

Dra. Beatriz: É um choro mais estridente. E às vezes o neném leva a mão na boca, fica jogando o rosto no ombro do pai, da mãe, do examinador.

Pergunta: quanto a essa questão da fome, se não houver uma prescrição médica é necessário que durante a madrugada ofereça à criança o mamar, a mamadeira?

Dra. Beatriz: vai depender um pouco da idade da criança. O neném novinho ele precisa ser amamentado com uma frequência maior, porque ele não tem tanto controle da glicemia, da energia que ele está trocando. então quanto mais o neném for novo, mas ele vai ter que ser amamentado. Conforme ele vai crescendo, esses espaços entre as mamadas vão aumentando, mas é normal o neném o precisar mamar de madrugada, até mais ou menos os seis meses. Depois que começa a introdução alimentar, isso melhora um pouco. Isso é muito variável de neném para neném. tem alguns nenens que já dormem quase a noite toda desde muito cedo, dois ou três meses. Alguns neném vão acordar duas, três vezes à noite. Isso também é muito individual. É esperado que o neném já comece a dormir um pouco mais de horas depois do terceiro mês. Mas pelo menos uma mamada da madrugada acaba precisando de acontecer.

Pergunta: outro motivo do choro dos bebês que é o sono.

Dra. Beatriz: O neném, quanto mais novinho, maior a necessidade de sono. O neném novinho às vezes dorme cerca de 15 horas por dia. O neném às vezes está muito estimulado, saiu e acabou não tendo aquele soninho da tarde. Acaba ficando muito irritado. E é um sono mais irritado, você vê que o bebê está muito irritadinho, às vezes brigando com o sono, e chora. Às vezes é um paradoxo, porque às vezes ele fica com sono e tão irritado que não consegue dormir.

Pergunta: O próximo motivo de choro é o frio ou o calor.

Dra. Beatriz: O neném tem uma necessidade de ser um pouco mais agasalhado. Ele tem o controle térmico pior do que o adulto. Ele perde mais calor facilmente. Então ele realmente precisa de um pouco mais de agasalho do que uma criança maior ou o adulto. Mas como eu sempre falo com as mães, é como se fosse uma camada a mais do que você está usando. Então se você está com friozinho, você está com uma blusa de manga fina, você põe um body mais grossinho no neném. Ou então se está muito calor e você está com camiseta, você vai botar 3 macacões no neném mais o cobertor? Não tem jeito. Então tem que ser bem adequado com o clima.

Pergunta: no calor, e nós vivemos em um país tropical, a própria fralda já esquenta.

Dra. Beatriz: Sim. A questão do frio, como o neném esfria mais rápido, às vezes de pois do banho você deita o neném e ele fica com as extremidades mais frias, mais geladinho, então ele pode estar com frio. Ficar atento porque às vezes pode ser só isso, você agasalha e ele para de chorar.

Pergunta: E não é uma questão duradoura, é para resolver aquele problema da hora. Tem que ter aquela sensibilidade de que já esquentou, vou tirar. Senão fica com calor e vêm as brotoejas.

Dra. Beatriz: Sim, claro, são as miliares, mais conhecidas como brotoejas, em que saem aquelas bolinhas. Normalmente no rostinho, mas pode dar no corpinho todo. Às vezes é por excesso de paninhos, está muito empacotado. A miliar é a obstrução da glândula do suor, e então o neném está suando demais, está muito calor e começa a dar aquele monte de pontinhos na face normalmente. Às vezes melhora só de você parar de empacotar tanto a criança.

Pergunta: mito ou verdade: o bebê começa a soluçar. Aí falam que é porque ele está com frio e agasalha o menino.

Dra. Beatriz: A gente vê muito isso, às vezes quando está trocando a roupinha ou pós banho, e começa a soluçar. Mas não é associado cientificamente a estar com frio, mas é uma coisa que notamos muito mesmo.

Pergunta: mais um motivo de choro é a necessidade de contato. O afeto.

Dra. Beatriz: A criança tem duas fases mais críticas nessa questão do contato. Nos primeiros meses, porque o neném acabou de sair do útero e estava ali quentinho, aconchegado, escurinho, próprio para dormir. Então ele perdeu isso. Então o neném nos primeiros meses precisa muito de contato, principalmente materno. Ouvir a voz, sentir o cheiro, porque a visão é menos desenvolvida, o neném não enxerga tão bem e ele precisa desses outros meios de entender e perceber a mãe, principalmente a mãe e depois o mundo. Então esse comecinho é muito importante. Hoje temos ouvido muito das mães, está muito na moda, nesses blogs, que colo vicia. Já recebi vários questionamentos nesse sentido no consultório. “Eu tenho que deixar ele chorar? Me falaram que colo vicia.” Não gente, colo é uma necessidade básica do bebê. Principalmente do bebê novinho. É uma fase tão sensacional para perder. Para o neném sentir que ele está sendo cuidado. A outra fase também crítica nisso é por volta dos 7, 8 meses, em que começa a ter a angústia de separação, em que o bebê começa a perceber que ele e a mãe são duas entidades diferentes e eles podem ser separados. Então o bebê começa a perceber que ele pode ficar para trás com outra pessoa, ficar em casa e a mãe sair. Quando o neném percebe que a mãe está saindo de perto, ele tem aquele pânico, aquele desespero. Então tem essa questão também.

Vacina contra a Gripe

A gripe é uma infecção viral respiratória aguda e altamente contagiosa, que pode afetar pessoas de qualquer idade.

A Clínica AUGE disponibiliza para você a vacina TETRAVALENTE contra a Gripe. Essa versão protege contra a gripe causada principalmente por 4 cepas de vírus:

  • Cepa A – H1N1
  • Cepa A – H3N2
  • Cepa B – Victoria
  • Cepa B – Yamagata

PRINCIPAIS SINTOMAS

Atenção para febres de início súbito e tosse, que são diferenciais de resfriado comum. Estão presentes também outros sintomas:

  • Dor de garganta
  • Dor de cabeça
  • Dor muscular e nas articulações
  • Coriza
  • Mal-estar intenso
  • Diarréia e vômito: mais comum nas crianças.
  • Tosse geralmente seca

FORMAS DE INFECÇÃO:

A gripe é contagiosa e facilmente transmitida de pessoa para pessoa:

  • Contato com gotículas de saliva do indivíduo infectado quando este TOSSE ou ESPIRRA.
  • Contato próximo com uma pessoa ou superfície contaminada.

COMO PREVENIR:

Repelentes – dicas para a melhor escolha

Ação protetora de até:

  • 10 horas: repelentes contendo o princípio ativo Icaridina.
  • 6 horas: repelentes mais comuns, com DEET na fórmula.
  • 2 horas: repelentes infantis com DEET ou IR3535 na fórmula.

Repelentes naturais como citronela, andiroba e solução alcoólica com cravo têm rápida evaporação (proteção de 10 a 20 minutos).

Aplicar repelentes nas roupas, mosquiteiros e roupas de cama também é válido e o tempo de proteção é ainda maior.

Na medida do possível, escolha calçados fechados, calças e blusas de mangas compridas.

Conscientização do HPV

  • Mulheres vacinam entre 9 e 45 anos
  • Homens vacinam entre 9 e 26 anos
  • Não existe tratamento para eliminar o vírus. Tratam-se os sintomas.
  • Transmitido por contato direto com a pele ou mucosa infectada.
  • 13 tipos de vírus do HPV podem causar câncer. Além do câncer no colo do útero, também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.
  • Transmissão por via sexual (oral, genital, anal ou manual)

Casa Segura da Criança

Uma casa segura para a criança precisa seguir uma série de alterações. Essas adaptações contribuem para prevenir acidentes com nossos pequenos. Nem sempre percebemos a necessidades dessas mudanças, mas sempre é melhor prevenir do que remediar. Veja abaixo algumas orientações:


BANHEIRO

  • Tranque a porta do banheiro ou mantenha a tampa do vaso sanitário sempre fechada.
  • Nunca deixe a criança na banheira sozinha!
  • Evite queimaduras testando a temperatura da água antes do banho.
  • Mantenha medicamentos, vitaminas e outros produtos que possam causar intoxicação trancados.
  • Utensílios afiados, lâminas de barbear, tesouras e secadores de cabelo devem ficar fora do alcance das crianças.

QUARTO

  • Evite camas ou outros móveis perto da janela. A criança pode escalar.
  • Brinquedos, travesseiros e lençóis dentro do berço podem causar sufocações.
  • Escolha os brinquedos considerando a idade e a habilidade da criança. Procure pelo selo do Inmetro.
  • Usa beliche? Crianças menores de 6 anos devem ficar na parte de baixo, ou instale grades laterais.

GARAGEM

  • Evite que as crianças brinquem na garagem. Não é um lugar seguro!
  • Na hora de manobrar o carro, confira se não há crianças por perto.
  • Sempre tranque o carro e deixe as chaves longe do alcance das crianças. Elas podem ficar presas no carro, ou soltar o freio de mão e sofrer um acidente.

COZINHA

  • No fogão, vire os cabos das panelas para trás e dê preferência para as bocas de trás.
  • Guarde facas, vidros, louças, sacos plásticos, fósforos e álcool fora do alcance das crianças.
  • Não use toalha comprida na mesa. Ao se apoiarem, podem puxá-la e os objetos que estiverem em cima da mesa cairão sobre a criança.

SALA

  • Piso escorregadio = risco de queda! Retire os tapetes ou coloque antiderrapantes.
  • Use portão de segurança no topo e na base das escadas. Se ela for aberta, instale redes de proteção.
  • Use rede de proteção nas janelas, sacadas e mezaninos.
  • Use tampas ou fita isolante para proteger as tomadas elétricas. Não deixe fios desencapados.
  • Não deixe objetos pequenos no piso. A criança leva quase tudo que encontra à boca.
  • Cortinas ou persianas com cordas podem trazer risco de acidente.
  • Cuidado com as quinas. Escolha móveis com quinas arredondadas ou use protetor.
  • Móveis distantes de janelas ou cortinas, para que a criança não os utilize para escalar.

PISCINA

  • Piscinas infantis devem ser guardadas vazias após o uso, e longe do alcance das crianças.
  • Um adulto sempre deve supervisionar a criança quando esta estiver nadando.
  • A piscina deve estar cercada por obstáculo de no mínimo 1,5 metros e com portões com cadeados ou trava de segurança.

LAVANDERIA

  • Baldes e bacias devem ficar virados para baixo e longe do alcance das crianças.
  • Plantas: na hora de comprar, verifique se não é venenosa ou apresenta algum risco.
  • Produtos de limpeza guardados em lugar alto e fechado.
  • Mantenha os produtos de limpeza na embalagem original, para não confundir a criança. Ela pode pensar que é suco ou refrigerante.

Casa Segura do Idoso

Uma casa segura para o idoso precisa seguir uma série de alterações. Essas adaptações contribuem para prevenir acidentes e lesões. Nem sempre percebemos a necessidades dessas mudanças, mas sempre é melhor prevenir do que remediar. Veja abaixo algumas orientações:


Quarto

  • As janelas devem permitir uma boa iluminação e ventilação do ambiente, sendo de fácil manuseio.
  • Tenha uma mesa de cabeceira para apoiar objetos como óculos, água, livros e chaves. Possua um telefone próximo contendo os números de emergência de fácil acesso.
  • O quarto deve possuir iluminação adequada a possibilitar a ida do idoso ao banheiro durante a noite.
  • A cama deve ter altura adequada ao idoso, facilitando o apoio dos dois pés no chão durante o sentar e o levantar.
  • Evite mudanças no ambiente e nos locais do mobiliário, isso ajuda a manter o idoso orientado e organizado, além de evitar quedas.

Banheiro

  • Utilize pisos antiderrapantes, tenha barras de apoio dentro do boxe e próximo ao vaso sanitário.
  • Recomenda-se que a altura do vaso sanitário esteja entre 43 e 45 cm, facilitando o sentar e o levantar.
  • Se possível, utilize um banco firme, feito de alvenaria ou fixado dentro do boxe, para que o idoso tome banho e se enxugue sentado.
  • Disponha de ambiente amplo, evite o uso de tapetes e demais obstáculos que possam causar quedas.

Cozinha

  • Evite objetos, fios e brinquedos no meio do caminho e prefira sempre um ambiente amplo e sem obstáculos.
  • Armários devem estar ao alcance dos braços do idoso (50 cm a 150 cm de altura), isso evitará a necessidade do uso de bancos ou escadas para alcançar os objetos.
  • Opte por bancadas e pias com altura que possibilite manusear a comida ou lavar as louças sentado (80 cm a 95 cm).

Sala

  • Priorize mesas e demais móveis com cantos arredondados, evitando lesões por atrito, uma vez que o idoso possui a pele mais sensível.
  • Caso o tapete seja indispensável, utilize um que possua antiderrapante para evitar quedas.
  • As portas devem ter uma largura mínima de 80 cm, para a passagem de andadores e cadeiras de rodas.
  • Evite as maçanetas arredondadas, prefira as em forma de alavanca.
  • Cadeiras e poltronas com braços oferecem maior apoio. Os assentos devem ter altura entre 45 a 50 cm, não devem ser muito baixos ou macios, para facilitar o sentar e levantar o idoso.
  • Os móveis devem estar firmes e bem fixos, caso o idoso necessite se apoiar neles.

Escada

  • Os degraus das escadas devem possuir fita antiderrapante, serem iluminados e bem sinalizados.
  • Deve-se ter corrimão dos dois lados, com início antes das escadas para melhor apoio.

O melhor profissional para orientar sobre as adaptações domésticas é o Terapeuta Ocupacional.

Fonte: CREFITO 11

Febre Amarela – informativo

QUAIS SÃO AS VACINAS CONTRA FEBRE AMARELA DISPONÍVEIS NO BRASIL?

  • Na rede pública é utilizada a vacina produzida por Biomanguinhos – Fiocruz
  • Já a rede privada utiliza a vacina produzida pela Sanofi Pasteur

Ambas são elaboradas a partir de vírus vivo atenuado, cultivado em ovo de galinha. O perfil de segurança e eficácia das duas vacinas é semelhante (estimada em 95%).

 

QUEM DEVE TOMAR A VACINA CONTRA A FEBRE AMARELA?

Crianças a partir de 9 meses de idade, adolescentes e adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação. Saiba mais sobre o Certificado de Internacional de Vacinação ou Profilaxia no site da Anvisa: clique aqui.

No mapa abaixo confira as áreas onde a vacina contra a febre amarela integra os calendários de vacinação de rotina e está também recomendada para viajantes que se deslocam por essas áreas.

Áreas afetadas e ampliadas para intensificação das ações de vigilância, prevenção e controle da febre amarela durante o período de monitoramento, Brasil, 2017. (Fonte: portalsaude.saude.gov.br)

Observação: O Espírito Santo e partes dos estados da Bahia e São Paulo — destacados em amarelo — foram incluídos temporariamente pelo Ministério da Saúde na lista de territórios com recomendação de vacinação. A decisão foi uma estratégia para tentar frear o grande surto de febre amarela que atingiu o Brasil em 2017.

A comprovação de vacinação é exigida por alguns países a viajantes brasileiros, já que o Brasil é considerado endêmico para a doença. Veja a lista completa aqui.

CONTRAINDICAÇÕES PARA A VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AMARELA:

  • Crianças abaixo de 6 meses de idade.
  • Indivíduos infectados pelo HIV, sintomáticos e com imunossupressão grave comprovada por exame de laboratório.
  • Pessoas com imunodepressão grave por doença ou uso de medicação.
  • Pacientes que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina.
  • Contraindicada em nutrizes até que o bebê complete 6 meses. Se a vacinação não puder ser evitada, suspender o aleitamento materno por 10 dias. Procure o pediatra para mais orientações.
  • Pacientes submetidos a transplante de órgãos.
  • Pacientes com câncer.
  • Pessoas com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras).
  • Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).
  • Em princípio há contraindicação para gestantes, mas a administração deve ser analisada de acordo com o grau de risco, por exemplo, na vigência de surtos.
  • A vacinação de indivíduos a partir de 60 anos deve ser evitada, a menos que haja alto risco de infecção.

 

ESQUEMA DE DOSES DA VACINA:

Nas áreas brasileiras com recomendação de vacina:

  • Rotina: dose única a partir dos 9 meses.
  • Crianças, adolescentes e adultos que já tenham recebido uma dose não precisam ser vacinados novamente.
  • A viajantes para áreas com recomendação ou países que exigem o CIVP é recomendada a comprovação de apenas uma dose na vida.

Em situações de exigência da vacinação, a dose deve ter sido aplicada no mínimo dez dias antes da viagem.

 

VIA DE APLICAÇÃO DA VACINA:

  • Subcutânea.

 

CUIDADOS ANTES, DURANTE E APÓS A VACINAÇÃO:

  • Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.
  • Em caso de febre recomenda-se adiar a vacinação até a melhora.
  • A administração da vacina em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico ou outras doenças autoimunes deve ser avaliada com cuidado, pois pode haver imunossupressão nesses pacientes.
  • Pacientes transplantados de células de medula óssea também devem ser avaliados, considerando o estado imunológico e o risco epidemiológico, respeitando-se o período mínimo de 24 meses após o transplante.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Todo e qualquer evento adverso grave e/ou inesperado deve ser notificado às autoridades de Saúde.

 

EFEITOS E EVENTOS ADVERSOS:

  • Entre os eventos locais, a dor no local de aplicação ocorre em 4% dos adultos vacinados e um pouco menos em crianças pequenas, e essa dor dura um ou dois dias, na forma leve ou moderada.
  • Manifestações gerais, como febre, dor de cabeça e muscular são os eventos mais frequentes e acontecem em cerca de 4% dos que são vacinados na primeira vez e menos de 2% nas segundas doses.
  • Apesar de muito raros, podem acontecer eventos graves: reações alérgicas, doença neurológica (encefalite, meningite, doenças autoimunes com envolvimento do sistema nervoso central e periférico) e doença em órgãos (infecção pelo vírus vacinal causando danos semelhantes aos da doença). No Brasil, entre 2007 e 2012, a ocorrência destes eventos graves foi de 0,42 caso por cem mil vacinados. Reações alérgicas como erupções na pele, urticária e asma acontecem com frequência de um caso para 130 mil a 250 mil vacinados. Entre 1999 e 2009, ocorreu anafilaxia na proporção de 0,023 caso para cem mil doses aplicadas. Entre 2007 e 2012, aconteceram 116 casos (0,2 caso em cem mil vacinados) de doença neurológica, principalmente quando se tratava de primeira dose e em idosos. Já a doença nos órgãos, chamada “viscerotrópica”, neste mesmo período, ocorreu em 21 pessoas (0,04 caso em cem mil vacinados).

Fonte: SBIM – Sociedade Brasileira de Imunização

Campanha de Vacinação contra o HPV

A Clínica Auge lança em conjunto com os diretórios acadêmicos DAAB (Diretório Acadêmico Alfredo Balena) e o CAMED – UNIBH, a campanha de vacinação contra o HPV.

No período de 15 de agosto a 15 de setembro, os interessados podem aderir à campanha, que terá preço especial nas 3 doses indicadas para a vacina.

Veja abaixo os detalhes e garanta sua inscrição:

Campanha DAAB – Clínica AUGE

Campanha CAMED – Clínica AUGE