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Bronquiolite Viral Aguda

BRONQUIOLITE VIRAL AGUDA

O vírus sincicial respiratório (VSR) é um dos principais causadores das infecções pulmonares entre crianças menores de 2 anos.

Grupo de risco: Bebês com menos de seis meses de idade são os mais acometidos, sendo que os prematuros, crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade e cardiopatas são a população de maior risco para desenvolver quadros mais graves.

Contágio: se dá através do contato íntimo de pessoas infectadas ou através de superfícies ou objetos contaminados.

Sintomas: respiração rápida, dificuldade para respirar, chiado no peito, falta de ar, tosse prolongada, cansaço, febre.

Sinais de gravidade: dificuldade para mamar, vômitos, respiração rápida – mais de 60x por minuto, pele azulada (especialmente lábios e unhas), sonolência. Procure ajuda médica imediata!

Tratamento: Até o momento não existem medicamentos capazes de combater o vírus responsável pela doença, o qual precisa ser eliminado naturalmente pelo organismo, o que pode levar entre 1 e 3 semanas. Recomenda-se manter a criança bem hidratada, oferecendo muita água e leite, manter o ambiente umidificado e realizar lavagem nasal com soro fisiológico frequentemente. É possível manter cuidados domiciliares na maioria dos casos, mas casos graves necessitam de hospitalização.

Prevenção:

  • Aleitamento materno
  • Evitar o contato com pessoas com sintomas gripais
  • Intensificar os cuidados de higiene pessoal, principalmente lavagem das mãos
  • Evitar locais com aglomeração de pessoas, inclusive creches, nos meses de maior incidência da doença (Março a Julho na região Sudeste)
  • Evitar exposição passiva ao fumo
  • Vacinar contra Influenza crianças entre 6 meses e 2 anos
  • Realizar imunização passiva (administração de anticorpos prontos = Palivizumabe) nas crianças dos grupos de risco para doença grave. Pelo SUS ou convênios: bebê até 2 anos com cardiopatia com repercussão ou pneumopatias crônicas; bebês até 1 ano que foram prematuros < 29 semanas. Iniciando um mês antes da sazonalidade, na região Sudeste = FEVEREIRO

synagis palivizumabe

Autora: Dra. Beatriz Adriane Rodrigues Gonçalves – CRM-MG 45.768 – Pediatra da Clínica Auge

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ABVD x AIVD – você sabe a diferença?

Existem vários conceitos usados no meio da geriatria e da gerontologia, que norteiam o cuidado com o idoso e servem de referência para determinar sua autonomia ou necessidade de cuidados.

Entre esses verbetes, selecionamos as ABVD’s (Atividades Básicas da Vida Diária) e as AIVD’s (Atividades Instrumentais da Vida Diária), que compõem as AVD’s (Atividades da Vida Diária. Veja abaixo os detalhes e descubra como seu familiar (ou você mesmo) desempenham essas funções.

ABVD – Atividades Básicas da Vida Diária

São as tarefas básicas de autocuidado. Elas incluem:

  • alimentar-se;
  • ir ao banheiro;
  • escolher a própria roupa;
  • arrumar-se e cuidar da higiene pessoal;
  • manter-se continente;
  • vestir-se;
  • tomar banho.

AIVD

São habilidades complexas necessárias para viver de maneira independente. Elas incluem:

  • gerenciar finanças;
  • lidar com transporte (dirigir ou usar transporte público);
  • fazer compras;
  • preparar refeições;
  • usar o telefone e outros aparelhos de comunicação;
  • gerenciar medicações;
  • realizar as tarefas domésticas.

Também existe a classificação de Atividades Avançadas da Vida Diária como trabalhar, viajar, organizar eventos ou executar atividades mais complexas e elaboradas.

O fato de envelhecermos em si não define que devamos abandonar essas tarefas. Mantenha o idoso envolvido por mais tempo possível nessas atividades, claro que sem comprometer sua segurança, pois são atividades que mantém a saúde física e mental.