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Campanha de Vacinação contra o HPV

A Clínica Auge lança em conjunto com os diretórios acadêmicos DAAB (Diretório Acadêmico Alfredo Balena) e o CAMED – UNIBH, a campanha de vacinação contra o HPV.

No período de 15 de agosto a 15 de setembro, os interessados podem aderir à campanha, que terá preço especial nas 3 doses indicadas para a vacina.

Veja abaixo os detalhes e garanta sua inscrição:

Campanha DAAB – Clínica AUGE

Campanha CAMED – Clínica AUGE

Herpes Zoster

É  uma infecção causada por vírus que leva a erupções vesiculares na pele e muita dor no local. Acomete o trajeto de nervos pelo corpo e pode ocorrer na face e comprometer a visão.

Afeta sobretudo os idosos ou indivíduos com o sistema imunológico comprometido.

Pode ocorrer em qualquer idade, mas é particularmente frequente em indivíduos com mais de 60 anos (1 a cada 3 pessoas terá herpes zóster durante a vida).

A prevenção é essencial, sobretudo devido ao risco de nevralgia pós-herpética, uma complicação muito dolorosa, cujo risco aumenta 15 vezes a partir dos 50 anos de idade.

A vacina para herpes zóster está indicada para pessoas acima de 60 anos. Converse com o seu médico.

Osteoartrite

Osteoartrite é uma doença das articulações caracterizada por degeneração das cartilagens acompanhada de alterações das estruturas ósseas vizinhas. As mais atingidas são as articulações das mãos, joelhos, coxofemurais e da coluna.

Um dos sinais da enfermidade é o aumento de conteúdo líquido no interior do tecido cartilaginoso em uma ou mais articulações.

Osteoartrite é a mais comum das doenças reumáticas que se manifesta em ambos os sexos. A intensidade das queixas aumenta progressivamente com a idade.

Em boa parte dos casos, não se conhecem as causas da osteoartrite primária ou idiopática, mas sabe-se que obesidade, esforços físicos repetitivos e esportes como o nosso futebol e o futebol americano são fatores de risco para doença.

Já os quadros de osteoartrite secundária instalam-se como consequência de traumas, doenças reumatológicas inflamatórias, necrose óssea, injeções intra-articulares repetidas de cortisona, doenças congênitas do esqueleto, doenças metabólicas e endócrinas, e de enfermidades em que haja comprometimento dos nervos periféricos, por exemplo.

Os sintomas da osteoartrite podem permanecer leves ou mesmo desaparecer por longos períodos. O mais importante é a dor nas articulações, que costuma ser de instalação insidiosa e aumentar de intensidade no decorrer dos anos. Caracteristicamente, nas fases iniciais da doença, ela surge com o movimento e vai embora com o repouso.

Enrijecimento e diminuição da mobilidade articular estão também entre os sinais  possíveis da osteoartrite.

Não existe tratamento que retarde a evolução ou reverta o processo patológico que conduz à osteoartrite, mas o condicionamento físico através de exercícios aeróbicos é uma medida importante para controle dos sintomas.

Na verdade, o principal objetivo do tratamento é aliviar os sintomas e permitir que os portadores levem vida normal, sem dor ou limitações de movimento. Para tanto, a indicação de analgésicos é útil, embora sua ação seja pouco duradoura. Já o uso de
anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) deve restringir-se à eventualidade de instalar-se um quadro inflamatório no local.

Em casos selecionados, o tratamento é cirúrgico. As intervenções mais frequentes são: artroplastia (substituição parcial ou total da parte destruída por uma prótese), artrodese (fusão cirúrgica de dois ossos, usada principalmente na coluna), osteoplastia (retirada e limpeza cirúrgica da parte óssea deteriorada) e osteotomia (mudança do alinhamento ósseo através da secção de partes ósseas).

Recomendações

  • Repousar por algum tempo durante o dia e depois de atividades que solicitem a articulação acometida pela osteoartrite;
  • Adotar uma postura cuidadosa ao sentar-se, levantar objetos e andar, para evitar posições forçadas que sobrecarreguem as articulações;
  • Evitar atividades que promovam impactos repetitivos e carregar pesos;
  • Usar sapatos confortáveis que ofereçam boa base de apoio;
  • Praticar exercícios isométricos que fortaleçam a musculatura para conferir estabilidade às articulações;
  • Controlar o ganho de peso;
  • Usar bengala ou andadores; certamente esses objetos lhe darão maior independência de locomoção;
  • Utilizar sempre os corrimãos das escadas e as alças de apoio no banheiro.

Gota

Gota é uma doença caracterizada pela elevação de ácido úrico no sangue, o que leva a um depósito de cristais de monourato de sódio nas articulações. É esse depósito que gera os surtos de artrite aguda secundária, que tanto incomodam seus portadores.

É importante saber destacar que somente 20% das pessoas com a taxa de ácido úrico elevada (hiperucemia) desenvolverão a doença que acomete mais os homens adultos do que as mulheres.

Na maioria das vezes, o sintoma inicial é um inchaço na articulação do dedo grande do pé acompanhado de dor muito forte. A primeira crise pode durar de três a dez dias. Após esse período, o paciente volta a levar vida normal, o que geralmente faz com que não procure ajuda médica imediatamente.

Uma nova crise pode surgir em meses ou anos e comprometer a mesma ou outras articulações. Geralmente, as crises de artrite aparecem nos membros inferiores, mas pode haver comprometimento de qualquer articulação.
Sem tratamento, o intervalo entre as crises tende a diminuir e a intensidade da dor a aumentar.

Portador de gota, que não se trata, pode ter as articulações deformadas e ainda apresentar depósitos de cristais de monourato de sódio em cartilagens, tendões e bursas.

Só é possível fazer o diagnóstico de gota na primeira crise se forem encontrados cristais de monorauto de sódio no líquido aspirado da articulação. Caso contrário, não é possível definir o diagnóstico antes de descartar outras causas possíveis do distúrbio. Se a taxa de ácido úrico estiver normal durante a crise, mas mesmo assim houver suspeita do desenvolvimento da doença, o médico deverá pedir nova dosagem dentro de duas semanas.

Um exame de raio-X pode ajudar a definir o quadro.

Não há cura definitiva para a gota, já que a maioria dos casos acontece devido a falhas na eliminação ou na produção do ácido úrico.

Geralmente são indicados dieta e medicamentos para diminuir a taxa de ácido úrico no sangue e, consequentemente, evitar as crises de gota.

Observações:

  • Durante o tratamento, se os níveis de ácido úrico não estiverem alterados, o consumo de bebidas alcoólicas é permitido, mas com controle e moderação;
  • Não coma frutos do mar, miúdos, excesso de carne vermelha, quando os níveis de ácido úrico estiverem altos, porque você pode desencadear uma crise. Com a doença controlada, esses alimentos podem ser ingeridos sem exagero;
  • Não abandone o tratamento sem orientação médica, porque o nível de ácido úrico subirá novamente levando a deformidades das articulações.

O que é Alzheimer

A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.

A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

Estudos recentes demonstram que as alterações cerebrais já estariam instaladas antes do aparecimento de sintomas demenciais.

Por isso, quando aparecem as manifestações clínicas que permitem o estabelecimento do diagnóstico, diz-se que teve início a fase demencial da doença.

As perdas neuronais não acontecem de maneira homogênea. As áreas comumente mais atingidas são as de células nervosas (neurônios) responsáveis pela memória e pelas funções executivas que envolvem planejamento e execução de funções complexas. Outras áreas tendem a ser atingidas, posteriormente, ampliando as perdas.

Estima-se que existam no mundo cerca de 35,6 milhões de pessoas com a Doença de Alzheimer. No Brasil, há cerca de 1,2 milhão de casos, a maior parte deles ainda sem diagnóstico.

Doença de Parkinson

A doença de Parkinson é uma doença neurológica, crônica e progressiva, resultante da degeneração das células situadas em uma região do cérebro conhecida como substância negra.

Elas são responsáveis pela produção de dopamina, um neurotransmissor que, entre outras funções, controla os movimentos. A causa exata do desgaste destas células do cérebro é desconhecida.

A deficiência da dopamina provoca alterações funcionais em estruturas localizadas profundamente no cérebro, que estão envolvidas no controle dos movimentos, causando o aparecimento dos principais sinais e sintomas da doença, que são tremor, rigidez, bradicinesia (movimento lento) e alteração do equilíbrio.

Este conjunto de sinais e sintomas neurológicos é chamado de síndrome parkinsoniana ou parkinsonismo. Embora em 70% dos casos a principal causa seja a própria doença de Parkinson, doenças diferentes e fatores muito diversos podem produzir a síndrome, como o uso de drogas para vertigens, tonturas e doenças psiquiátricas e alguns remédios para hipertensão. É importante identificar estes casos, pois os sintomas são potencialmente reversíveis com a interrupção dos medicamentos que os causaram.

Não há cura conhecida para o Parkinson. O objetivo do tratamento é, prioritariamente, controlar os sintomas. Para isso, são usados basicamente medicamentos.